Depois do poema para cachorros, em que disse que não me cansava de escrever sobre eles, como se fosse um desafio, o filho exigiu três poemas. Lá vão eles:
"Um poema sobre cor para a Laika":
Temos uma cadela amarela
É Laika o nome dela
O mesmo de uma astronauta
Mas nossa husky, que já foi a mais peralta
Hoje, velhinha, a visão lhe faz falta
Dizem que o cachorro cores não vê
Mas a Laika queria ter um ateliê
Corria atrás do amarelo
Cheirava o roxo do chinelo
Lambia o vermelho do metal
Pulava no verde do quintal
Quando ia na lama,
Marrom ela ficava
No entanto era de um cinza
Que ela mais gostava
A cor do Drasus
O cão que ela amava
sábado, 6 de outubro de 2007
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